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HÁ UM HIPOPÓTAMO NA UNEB BRUMADO

HÁ UM HIPOPÓTAMO NA UNEB BRUMADO

 

Às vezes é preciso sair do “aquila non capit muscas” (“a águia não se entretém a capturar moscas”) e dar um chega-pra-lá em certos indivíduos que parecem não se olhar no espelho.

Se olhassem, saberiam que não é ético permanecer numa universidade sustentada com dinheiro do trabalhador brasileiro para lá ficar usando fraude (colas e tratados de pesca) a fim de conseguirem ser aprovados nas avaliações.

Esse fato básico não é apagado pela falsa capa de conhecimento, que, no fundo, tem um centímetro de profundidade e outro de extensão.

Etimologicamente, “hipopótamo” é “cavalo de rio”. Metaforicamente, designa o indivíduo que tem medo de aparecer, de partir para o debate com aqueles a quem critica, que se esconde nos fones de ouvido fingindo ouvir algo intelectualmente útil.

Num debate sério, cujo convite está aberto para qualquer dia e hora, seria trucidado. Num país sério, aconteceria algo mais grave: pela sua repetida desonestidade em sala de aula, levaria um pontapé no traseiro gordo para nunca mais retornar a uma escola pública.

O hipopótamo pertencia à classe dos paquidermes (páquis, para os íntimos). Essa classe foi extinta, tornou-se irrelevante, tal como os indivíduos que sua metáfora simboliza. 


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